Depois que adotei esse focinho as coisas mudaram muito aqui em casa…

Sempre tem alguém pra Gabizinha brincar e brigar também.

Sempre tem festa pela manhã (a Kate que acorda a Gabi pra ela ir pra aula)

A criança que convive com animais desde cedo são mais afetivas, no caso da Gabriella que é filha única ela deixou de ser o centro exclusivo das atenções, agora temos a Kate uma fox paulistinha que também exige cuidados, brincadeiras e broncas.  É incrivel mas as vezes as duas brigam por causa de uma bolinha e eu deixo as duas resolverem sozinha.

Gabriella também tem algumas responsabilidade:  colocar água, comida e limpar coco (as vezes eu auxilio)



Alguns fatos que devem ser considerados importantes:

  • A criança que convive com animais, é mais afetiva, repartindo suas coisas, é generosa e solidária, demonstra maior compreensão dos fatos, é crítica e observadora, se sensibiliza mais com as pessoas e as situações.
  • Apresenta autonomia, responsabilidade, preocupação com a natureza, com os problemas sociais, desenvolve boa auto-estima.
  • Relaciona-se com desembaraço com os amigos, tornando-se mais sociável, cordial e justa. Sabe respeitá-los.
  • Desenvolve sua personalidade de maneira equilibrada e saudável, sem mais facilidade para lidar com a frustração, liberta-se do egocentrismo.
  • Desde os cuidados com aquela planta do vaso da sala aos cuidados com o bichinho que escolheu para ser seu, a criança está desenvolvendo uma nova consciência, onde o meio-ambiente, as questões ecológicas do momento e as questões sociais, políticas e econômicas do mundo, sob uma outra ótica, contará com a colaboração de verdadeiros cidadãos.

CURIOSIDADES:

  • Pacientes autistas foram “despertados” de seu estado constante derecolhimento na presença e o convívio com animais.
  • Nos lares de pessoas idosas, a presença de um animal aumenta as expectativas de vida.
  • A equoterapia (terapia complementar com auxílio de cavalos) é utilizada no desenvolvimento psicomotor de portadores da síndrome de Down e outras deficiências neuropsicomotoras congênitas ou adquiridas.
  • Os animais são indicados para pessoas com deficiências sensoriais (cegos e surdos), dificuldades de coordenação motora (ataxia), atrofias musculares, paralisia cerebral, distúrbios comportamentais e outras afecções.
  • O cachorro é capaz de pressentir antecipadamente as “convulsões” características da epilepsia quer seja do ser humano ou de outro animal.
  • Todos os procedimentos científicos e técnicos vêm confirmar a relação afetiva que os animais são capazes de estabelecer com as pessoas. Além disso, é muito importante lembrar que todos nós interagimos no mesmo ecossistema. (Fonte: Saude Animal)



Essa foto mostra a disposição das duas as 7 da manhã. Gabis ainda com roupa de dormir….

Procure  o Centro de Zoonoses da sua cidade e adote um cão.

ps. nada é perfeito. minha filha é São Paulina #mimimimimi

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Fernanda Ramalho

Mãe, Publicitaria, Acreana do pé rachado, Louca por fotografia, Mulher, Completa, especialista em limpar vomito e bumbum de nenem. Também sou ponto de referência. Sim "logo ali depois daquela gordinha" mas isso vai mudar coloquei o balão intragastrico dia 8 de Junho e em 7 meses eliminei 39 kilos mas ainda não atingi minha meta portanto continuo em pleno processo de emagrecimento e ainda no ano de 2011 irei para o segundo balão intragastrico.

  2 Responses to “Um focinho muda tudo”

  1. Querida Fernanda,

    concordo que todos devem ter um animal de estimação em casa. Beijos pra Babi lindona e para a Kate.

    Supre beijo.

  2. ooi fofa tudo bem contigo? aaw é claro que um focinho faz diferença nhaw nhaw sou louco pra criar um cachorrinho mais a mamis não deixa enfim daqui uns anos quando eu estiver morando so eu compro um *–* amei teu blog amor é fofo e tudo mais, a partir de hoje to te seguindo, você faz o mesmo? beijos e uma otima noite *-*

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