“A guarda compartilhada almeja assegurar o interesse do menor, com o fim de protegê-lo, e permitir o seu desenvolvimento e a sua estabilidade emocional, tornando-o apto à formação equilibrada de sua personalidade. Busca-se diversificar as influências que atuam amiúde na criança, ampliando o seu espectro de desenvolvimento físico e moral, a qualidade de suas relações afetivas e a sua inserção no grupo social. Busca-se, com efeito, a completa e a eficiente formação sócio-psicológica, ambiental, afetiva, espiritual e educacional do menor cuja guarda se compartilha.”


Sou a favor da guarda compartilhada quando os pais se dão extramemente bem e quando é da vontade da criança que exista a guarda compartilhada.  Porque sinceramente não adianta os pais terem uma convivencia agradavel se a criança não quer ou não tem maturidade para compreender que tem duas casas.

É muito dificil pra uma criança ficar nesse vai e vem, casa da mamãe, casa do papai, regras da mamãe e regras do papai.  Isso enlouquece a cabecinha de qualquer criança.

“Na guarda compartilhada ou conjunta, o casal divide as responsabilidades, decide junto todas as questões que envolvem os filhos, responde igualmente pela criança e participa da vida e do desenvolvimento dos filhos. A guarda material ou física do filho pode ficar a cargo de um dos pais, mas os direitos e deveres do poder familiar são sempre de ambos. Quem não tem a guarda física também participa da educação e formação dos filhos.”

Independente de guarda compartilhada ou não e por dever e obrigação dos pais se responsabilizarem pelos seus filhos tando de forma fisica como emocional.

“Entre as grandes vantagens da guarda compartilhada está o fim da problemática com relação à regulamentação de visitas e do afastamento do pai ou da mãe que não detém a guarda, principalmente porque os horários de visitação e os períodos de férias são mais flexíveis. Evita também que o menor fique por um período em cada casa e que o poder parental dependa de estar ou com o pai ou com a mãe, como acontece na guarda alternada e na qual as constantes mudanças provocam instabilidade emocional e psíquica.”

Entre a guarda compartilhada e a guarda alternada é claro que prefiro a compartilhada, é mais flexivel, escuta mais os desejos das crianças. Não sou a favor é que o pai ou mãe obrigue o filho a ir quando ele não quer ir. Não sou a favor da mãe que não se esforça para ajudar o filho a construir um relacionamento com o pai quando este está interessado.

“Por outro lado, alguns requisitos são indispensáveis e não podem deixar de ser considerados para que o estabelecimento da guarda compartilhada possa efetivamente trazer benefícios, principalmente para os filhos. Preliminarmente, deve-se considerar tudo o que diz respeito às condições e à capacidade dos genitores, principalmente no que se refere a quanto cada um pode fazer com relação à confiança no outro genitor, confiança essa que deve ser transmitida à criança, ao seu comportamento no que tange ao bem-estar da criança sem considerá-la como sua posse, à sua disposição em fazer concessões, à sua capacidade de falar com o ex-cônjuge, pelo menos no que diz respeito à criança e também com relação à capacidade de reconhecer e aceitar as diferenças entre os genitores.”

Eu vejo muitos pais interessados em construir relacionamento com o filho e vejo mães que fazem tudo para impedir. Acho absurdo porque já vivi os dois lados da moeda. Já vivi o lado de quem busca o pai para ajudar a construir o relacionamento com o filho e por algum motivo o pai se omite e vivi o lado em que o pai decide construir o relacionamento com o filho.

É preciso que cada mãe e cada pai deixe suas magoas de fora, que o relacionamento com a criança seja construido de maneira neutra, onde as desavenças dos ex – conjuges não interfira na relação com a criança.  É preciso maturidade para saber que tudo tem seu tempo e sua hora para ser resolvido mas que a prioridade é o bem estar fisico e emocional dos filhos.

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Fernanda Ramalho

Mãe, Publicitaria, Acreana do pé rachado, Louca por fotografia, Mulher, Completa, especialista em limpar vomito e bumbum de nenem. Também sou ponto de referência. Sim "logo ali depois daquela gordinha" mas isso vai mudar coloquei o balão intragastrico dia 8 de Junho e em 7 meses eliminei 39 kilos mas ainda não atingi minha meta portanto continuo em pleno processo de emagrecimento e ainda no ano de 2011 irei para o segundo balão intragastrico.

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