“Quando pequena ela ia para a casa da avó enquanto seus pais trabalhavam não era o que ela mais gostava mas era a opção que seus pais tinham para lhe da mais conforto.

Enquanto sua avó cozinhava ou costurava ela ficava assistindo televisão ansiosa esperando por seus pais, volta e meia um homem moreno de estatura media que trabalhava na pavimentação da rua onde sua avó morava  a chamava pedindo agua e ela sempre muito resguardada e seguindo orientação da mãe nunca dava confiança para estranhos e sempre dava agua para o homem através da janela da sala.  Com o passar do tempo o homem tentava conquistar a confiança mas como uma criança desconfiada por natureza essa confiança jamais fora conquistada.

Nos poucos momentos em que o homem tinha proximo dela, ele passava a mão por cima da roupa da escola nas suas partes intimas. A criança se afastava do homem a cada vez que ele pedia água, se negava em passar as tardes na casa da avó e nunca teve coragem de contar aos seus pais o que lhe acontecia. E aquele  estranho segredo ficou guardado por muitos anos.”

Imagine quantas crianças passam por isso ou até mesmo coisa pior e sofrem caladas por toda sua infância.

Aos pais eu peço que fiquem atentos ao comportamento dos filhos.  Ter um relacionamento aberto com os filhos é essencial. Sempre que forem buscar os filhos na creche, escola ou na casa de algum parente pergunte a eles como foi o seu dia, o que ele fez durante sua ausência e etc…Seja o melhor amigo do seu filho.

Pedofilia: como proteger o seu filho

Com tantos casos noticiados todos os dias, você deve estar apreensivo. Confira algumas dicas que a CRESCER preparou para ajudá-lo a lidar com esse perigo

Simone Tinti

Depois de tantas notícias diárias sobre casos de pedofilia, você deve ter ficado preocupado. Será que pode acontecer com meu filho? Afinal, há alguma maneira de identificar e combater o abuso?

É possível, sim, tomar alguns cuidados. “Não há um perfil do agressor, que pode ser alguém da própria família, e nem do agredido, que pode ser de várias idades e de diferentes classes sociais”, diz Daniela Pedroso, psicóloga do Hospital Pérola Byington. Ela trabalha há cerca de 10 anos em um centro especializado de ajuda a mulheres e crianças até 14 anos que sofreram violências sexuais e conta que, por dia, chegam cerca de 15 novos casos ao hospital. “A principal atitude que as mães devem ter é conversar muito com a criança e, assim, criar uma relação de confiança com ela”, afirma.

Veja algumas orientações que a Crescer preparou, com orientação de Daniela Pedroso, psicóloga do Hospital Pérola Byington:

–>Explique que o corpo da criança é só dela e que ninguém tem o direito de mexer nele. Deixe claro que, se qualquer algum adulto tentar fazer algo estranho com ela, você precisa saber;

–>O agressor, na maioria dos casos, pode ser um conhecido. Se o seu filho reclamar que não gosta de alguém com quem vocês convivam, tente entender o motivo. “Muitas vezes, pode não ser uma fantasia”, diz Daniela;

–>Mesmo assim, mantenha a orientação de que seu filho não deve falar com estranhos;

–>Uma das maneiras de aproximação dos agressores é a internet. Por isso, se o seu filho tem um perfil no Orkut, não deixe os dados liberados para quem não é amigo e não coloque muitas fotos;

–>Diga para a criança não frequentar salas de bate-papo. Se precisar, use filtros de segurança no computador;

–>Fique sempre por perto quando seu filho estiver navegando e saiba quais são os sites que ele visita;

–>Deixe o computador sempre em um lugar comum (e não em quartos);

–>Fique atento ao comportamento de seu filho. Mudanças bruscas, apesar de não comprovarem que algo de errado está acontecendo, podem representar fortes indícios. Voltar a fazer xixi na cama, ter brincadeiras violentas com bonecas e medo de ficar sozinho com adultos, apresentar comportamento mais “sexualizado” e problemas na escola são alguns destes sinais.

***Não deixe de participar da promoção da Anna Joana – Plus Size: http://www.brindoavida.com.br/blog/2010/10/15/primavera-%E2%80%93-anna-joana-promocao-plus-size-2010/

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Fernanda Ramalho

Mãe, Publicitaria, Acreana do pé rachado, Louca por fotografia, Mulher, Completa, especialista em limpar vomito e bumbum de nenem. Também sou ponto de referência. Sim "logo ali depois daquela gordinha" mas isso vai mudar coloquei o balão intragastrico dia 8 de Junho e em 7 meses eliminei 39 kilos mas ainda não atingi minha meta portanto continuo em pleno processo de emagrecimento e ainda no ano de 2011 irei para o segundo balão intragastrico.

  One Response to “E pra ela foi assim…”

  1. Ai, Fer. Deus me livre! Morro de medo pelo Yuri! As dicas são preciosas e vou postar no meu blog tbm!

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