De onde saiu essa “cultura” de que menino que brinca com bonecas obrigatoriamente será gay??Isso pra mim não é cultura é preconceito. Acho tão absurdo quando pais proíbem seus filhos de brincar de boneca porque segundo eles é um estimulo a homossexualidade. A “maldade” e o preconceito encontram-se na cabeça dos pais e não das crianças. A diferença do rosa para menina e azul para menino foi a sociedade que criou, porque menino não pode usar rosa??? Não existe nada que justifique.

Lembro o quanto brinquei de carrinho com meu vizinho (um beijo Michel) e nem por isso me tornei lesbica. E dou graças a Deus por minha mãe nunca ter tido problemas com isso e ter me deixado ser livre para conviver com as diferenças e descobrir naturalmente as coisas ao meu redor. Sempre fui muito moleca, brincava de carrinho, jogava futebol e isso só me fez ter muita admiração pelos meninos que jogavam bola 10x melhor do que eu.

Quando vejo um menininho brincando de boneca, logo penso que ele esta treinando pra ser um ótimo pai.

E quando vejo minha filha brincando de carrinho logo penso que ela vai ser uma ótima motorista quando crescer.

O meio mais feliz para uma criança viver é um meio não opressor, um meio onde a criança tenha liberdade para descobrir o mundo. As coisas acontecem naturalmente independentes da vontade dos pais, os filhos são do mundo, suas vontades e escolhas na vida adulta não dependem da vontade e das escolhas dos pais.

Uma cor ou um brinquedo não define a orientação sexual de ninguém.

Então vamos criar nossos filhos com base na liberdade, no amor, no respeito e não no preconceito.

 

Minha filha vai ser dama de honra. So cute!

Mas hoje minha pequena foi apenas pintar as unhas – Valor: 15 reais.

foi cortar o cabelo e se quer lavou: – Valor 30 reais.

Entrei em vários lugares especializados em beleza infantil e fiquei assustada mesmo! Vi crianças fazendo selagem, mechas, pinturas nos cabelos, massagem nao sei onde.. Entrei em lojas que vestem crianças de 6 anos como adultos.

 

Sou moderna mas fico chocada sim… olha minha filha usa maquiagem, pinta as unhas, passa batom mas tudo de uma forma saudavel, de um jeito de criança… Eu incentivo a vaidade sim mas só aquela saudavel para uma criança de 6 anos. Existe um limite do que é saudavel e do que é prejudicial e nós pais devemos ficar em alerta SEMPRE!!!

Um dia desses vi uma menina de 11 anos usando um tipo de sapato que eu com quase 30 ainda não usei.

e vendo tudo o que vi na ultima semana eu só pude lembrar do texto que li no site do Instituto Alana

 

Consumismo Infantil, um problema de todos

Ninguém nasce consumista. O consumismo é uma ideologia, um hábito mental forjado que se tornou umas das características culturais mais marcantes da sociedade atual. Não importa o gênero, a faixa etária, a nacionalidade, a crença ou o poder aquisitivo. Hoje, todos que são impactados pelas mídias de massa são estimulados a consumir de modo inconseqüente. As crianças, ainda em pleno desenvolvimento e, portanto, mais vulneráveis que os adultos, não ficam fora dessa lógica e infelizmente sofrem cada vez mais cedo com as graves conseqüências relacionadas aos excessos do consumismo: obesidade infantil, erotização precoce, consumo precoce de tabaco e álcool, estresse familiar, banalização da agressividade e violência, entre outras. Nesse sentido, o consumismo infantil é uma questão urgente, de extrema importância e interesse geral.

De pais e educadores a agentes do mercado global, todos voltam os olhares para a infância − os primeiros preocupados com o futuro das crianças, já os últimos fazem crer que estão preocupados apenas com a ganância de seus negócios. Para o mercado, antes de tudo, a criança é um consumidor em formação e uma poderosa influência nos processos de escolha de produtos ou serviços. As crianças brasileiras influenciam 80% das decisões de compra de uma família (TNS/InterScience, outubro de 2003). Carros, roupas, alimentos, eletrodomésticos, quase tudo dentro de casa tem por trás o palpite de uma criança, salvo decisões relacionadas a planos de seguro, combustível e produtos de limpeza. A publicidade na TV é a principal ferramenta do mercado para a persuasão do público infantil, que cada vez mais cedo é chamado a participar do universo adulto quando é diretamente exposto às complexidades das relações de consumo sem que esteja efetivamente pronto para isso.

As crianças são um alvo importante, não apenas porque escolhem o que seus pais compram e são tratadas como consumidores mirins, mas também porque impactadas desde muito jovens tendem a ser mais fiéis a marcas e ao próprio hábito consumista que lhes é praticamente imposto.

Nada, no meio publicitário, é deliberado sem um estudo detalhado. Em 2006, os investimentos publicitários destinados à categoria de produtos infantis foram de R$ 209.700.000,00 (IBOPE Monitor, 2005×2006, categorias infantis). No entanto, a publicidade não se dirige às crianças apenas para vender produtos infantis. Elas são assediadas pelo mercado como eficientes promotoras de vendas de produtos direcionados também aos adultos. Em março de 2007, o IBOPE Mídia divulgou os dados de investimento publicitário no Brasil. Segundo o levantamento, esse mercado movimentou cerca de R$ 39 bilhões em 2006. A televisão permanece a principal mídia utilizada pela publicidade. Ao cruzar essa informação com o fato da criança brasileira passar em média quatro horas 50 minutos e 11 segundos por dia assistindo à programação televisiva (Painel Nacional de Televisores, IBOPE 2007) é possível imaginar o impacto da publicidade na infância. No entanto, apesar de toda essa força, a publicidade veiculada na televisão é apenas um dos fatores que contribuem para o consumismo infantil. A TNS, instituto de pesquisa que atua em mais de 70 países, divulgou dados em setembro de 2007 que evidenciaram outros fatores que influenciam as crianças brasileiras nas práticas de consumo. Elas sentem-se mais atraídas por produtos e serviços que sejam associados a personagens famosos, brindes, jogos e embalagens chamativas. A opinião dos amigos também foi identificada como uma forte influência.

Não é por acaso que o consumismo está relacionado à idéia de devorar, destruir e extinguir. Se agora, tragédias naturais, como queimadas, furacões, inundações gigantescas, enchentes e períodos prolongados de seca, são muito mais comuns e freqüentes, foi porque a exploração irresponsável do meio ambiente prevaleceu ao longo de décadas.

Concentrar todos os esforços no consumo é contribuir, dia após dia, para o desequilíbrio global. O consumismo infantil, portanto, é um problema que não está ligado apenas à educação escolar e doméstica. Embora a questão seja tratada quase sempre como algo relacionado à esfera familiar, crianças que aprendem a consumir de forma inconseqüente e desenvolvem critérios e valores distorcidos são de fato um problema de ordem ética, econômica e social.

O Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, combate qualquer tipo de comunicação mercadológica dirigida às crianças por entender que os danos causados pela lógica insustentável do consumo irracional podem ser minorados e evitados, se efetivamente a infância for preservada em sua essência como o tempo indispensável e fundamental para a formação da cidadania. Indivíduos conscientes e responsáveis são a base de uma sociedade mais justa e fraterna, que tenha a qualidade de vida não apenas como um conceito a ser perseguido, mas uma prática a ser vivida.

©Instituto Alana 2002 – 2011

 

 

“Mamãe eu encolho minha barriga na escola pra ninguém me chamar de gorda”

Eu já tive a idade da minha filha e já fui gordinha não como ela eu era bem mais gordinha do que ela e sei como as crianças da mesma idade são cruéis. Eu era a criança que tinha medo de fazer amigos porque eu tinha a impressão de que sempre iriam me julgar pela aparência e é bem verdade as pessoas julgam pela aparência sim. Na idade dela eu tinha uma ou duas amigas fieis  os outros me chamavam de gorda, puxavam a cadeira quando eu ia sentar, na hora do lanche e da educação física eu tinha que ouvir piadas sobre o meu peso e esses mesmos  “colegas” viravam amigos na época das provas pois a gorda aqui quase sempre se dava bem e eu ouvia: “se você me der cola eu não chamo mais você de gorda” mas nunca me rendi então dizia logo: “por mim tira zero. Sabe porque? Porque me chamou de gorda” e claro que isso era motivo para me chamarem de gorda, baleia saco de areia em dose dupla. Eu sempre tentei ignorar e seguir meu caminho, mas chega uma hora que magoa e que ficam marcas sim.

La pelos 10 anos eu finalmente tinha uma amiga gordinha e ela agia de outra forma, ela sempre levava objetos  e brinquedos legais pra escola, emprestava para todo mundo e levava muita bronca da mãe porque sempre chegava em casa com os brinquedos quebrados mas era uma forma que ela tinha de mudar o foco e as pessoas não prestarem atenção no peso dela e sim nas coisas dela. Mas de toda forma ninguém prestava atenção em quem realmente ela era, porque ser gordo nunca foi fácil.

Ontem quando minha filha chorando me confessou isso eu fiquei extremamente triste e passou um filme da minha infância na minha cabeça, eu sempre fui desencanada, ficava magoada sim  mas deixava pra lá, eu sempre seguia em frente e sempre procurava a Cia de quem me fazia bem e de quem me olhava como pessoa e não apenas como um poço de gordura.

É muito triste saber que  os mesmos problemas de mais de 20 anos atrás ainda existe em uma sociedade que se diz evoluída e na verdade só aprendemos novos nomes para problemas antigos. O Bullying sempre existiu  a única diferença é que hoje ele tem nome e existem especialistas no assunto. O Bullying é qualquer ação que perturbe ou incomode o outro, que desrespeite o outro. Antigamente isso era chamado de: “coisa de menino” as criança se ofendiam, se agrediam e se estapeavam, mas era coisa de menino e ficava por isso mesmo. (o que era e é lamentavel)

Minha filha é uma criança delicada, muito risonha, porém tímida (talvez por isso seja alvo), ela nunca irá bater em outra criança mesmo que ela tenha apanhado antes, ela não ofende mesmo que tenha sido ofendida,  ela não usa de apelidos pejorativos.  E sabe é difícil pra mim como mãe, apaixonada por educação infantil sentir uma pontinha de vontade de falar: “Filha se você falar com pra professora e ela não resolver vai lá e bate neles e se alguém reclamar que você bateu, me avisa que eu vou lá” Mas eu não posso falar isso não é justo comigo, nem com ela. Um mundo cheio de violência e incentivar a violência não é o certo, mas é certo que ela apanhe e seja motivo de chacota por estar acima do peso? Também não é.

Ela faz acompanhamento nutricional porque o sobrepeso já é um sinal de alerta, mas minha pequena também faz acompanhamento psicológico e eu não acho justo que minha filha faça acompanhamento psicológico por causa da falta de educação dos filhos dos outros. Minha filha que toda semana tem que separar uma horinha que poderia utilizar brincando ou estudando para ir ao consultório psicológico aprender a lhe dar com a grosseria alheia.  Minha filha esta lá vivendo, aprendendo, sendo uma boa cidadã em construção, cooperando com a sociedade e sendo agredida por outras crianças, essas crianças agressoras e seus pais que deveriam ir ate o consultório medico. A agressividade verbal e física não é culpa apenas da criança, é culpa dos pais também que não impõe limites, que não educam, que não mostram que uma sociedade é composta de diversidades e que devem ser respeitadas. Ensino para minha filha que todos devem ser respeitados e que uma aparência não significa nada quando o coração é do bem e age para o bem.

Quando uma família acha bonito apelidar, fazer chacota a criança leva aquilo pra fora de casa e essa é uma triste realidade de um país onde uma grande parte dos pais só se preocupam em mandar para escola e o professor que se vire e não é bem assim, educar é um trabalho em equipe, educar começa em casa!! Se seu filho é mal educado em casa ele será mal educado em qualquer lugar que ele for.

Sou filha caçula e não esqueço de um dia que eu estava me comportando mal e minha irmã disse a forma correta de agir e eu falei: “eu to em casa e posso fazer como quiser” Ela me disse: “Costume de casa vai praça” naquele dia ela me educou e mostrou que educação é de casa para a rua e não da rua para casa. (Obrigada irmã)

Ano passado fui ate a escola da Gabriella, uma escola muito atenciosa com isso, que se preocupada muito com cada aluno, a escola que minha filha estuda não fecha os olhos para esse grande problema que vivemos hoje: O Bullying. No ano passado foi feita uma campanha contra bullying e lá pelo que já percebi os professores estão de olhos bem abertos, mas como disse existem problemas que vêem de casa e que se não forem tolidos pelos pais é impossível a escola fazer tudo sozinha. Se torna algo confuso para a criança que em casa tem aquele comportamento ruim apoiado pelos pais e na escola é tolido pelos professores.

Sou filha caçula e não esqueço de um dia que eu estava me comportando mal e minha irmã disse a forma correta de agir e eu falei: “eu to em casa e posso fazer como quiser” Então ouvi minha irmã falando: “Costume de casa vai a praça” naquele dia ela me educou e mostrou que educação é de casa para a rua e não da rua para casa. (Obrigada irmã)

E não minha filha não pode pagar e sacrificar sua infância por causa de crianças agressoras. Pais, se envolvam na educação dos seus filhos e não deixem que seus filhos façam com os filhos dos outros o que vocês não gostariam que os filhos dos outros fizessem com os seus.

 

Seu filho ainda acredita??

Minha bichinha tem 6 anos e acredita mas eu decidi que aos poucos vou diminuindo algumas fantasias… mas será que agora é a hora certa?? talvez sim, ela é madura já e cá pra nós não vou fazer a gemea má e falar: Ei! o coelho da páscoa não existe sua boba.

Logo porque se eu falar isso ela vai me vê como uma mãe mentirosa e não é bem isso que eu quero, só quero quero diminuir algumas coisas para mais na frente o  choque não ser grande e ela não ser retirada abruptamente do mundo lúdico.

Estou tentando despistar o danado do coelho da páscoa com a seguinte teoria: “filha o que você acha de esse ano escolher o seu próprio ovo de páscoa? afinal você já é grande e chega uma certa idade que  o coelhinho não passa mais para deixar ovos” Ela ficou na duvida mas aceitou pelo menos até agora mas não fico repetindo, nem forçando a barra, levarei ela para escolher o ovo de páscoa que ficará guardado na casa da titia até o dia da páscoa e penso em fazer a passagem do coelhinho com ele deixando uma pelucia pra ela… e quem sabe ano que vem ela se liberte total do coelhinho e fique apenas com as boas lembranças de quando o danadinho passava por aqui, das vezes que ele deixou pistas e ela teve que procurar os ovos escondidos pela casa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A nostalgia bateu em minha porta e euuu abri!!! Em uma dessas pascoas da vida ela tinha uns dois anos, espalhei cenouras e doces pela casa e ela ficou euforica procurando o ovo e quando achou  abriu ali mesmo no chão e comeu como se não existisse o amanhã.

 

Enquanto providenciava o almoço pra pequena que estava na escola eu assistia o Programa Hoje em Dia (sim na minha casa tem TV na cozinha) e a reportagem era sobre o estresse que as crianças de hoje vivem, um estresse que muitas vezes os pais são culpados. Falava dos pais que sobrecarregam as crianças com diversas atividades como: natação, inglês, ballet, aulas de reforço e etc… São atividades importantes sim, mas devem ser dosadas. Uma criança com o dia cheio de compromissos, com hora para absolutamente tudo, tratadas como incansáveis não é o caminho certo assim como uma criança que vive um eterno ócio, é preciso encontrar um meio termo respeitando a idade e a estabilidade emocional dos pequenos. Muitas vezes vejo os pais de hoje não estão preocupados em apenas criar filhos, em criar cidadãos e sim em criar doutores, advogados, atletas e isso sobrecarrega a criança com uma pressão que não condiz com a idade nem com a compressão dela. Criança precisa ser criança, precisa ter seu tempo e viver uma fase de cada vez.

Por mim Gabriella faria inglês, natação, ballet e reforço na escola, mas as coisas não funcionam assim é preciso respeitar a criança e pensar na estabilidade emocional e física dela. Gabis está indo pro segundo ano de ballet e só agora estou pensando em uma nova atividade mais por necessidade que é a natação, minha bichinha tem 6 anos e ainda não sabe nadar e nadar é importante não só pelo bem estar físico mas por segurança mesmo mas estou indo com calma principalmente porque esse ano ela terá provas, vou ver se ela vai conseguir conciliar as primeiras  provas com o ballet aí dependendo do resultado partiremos para natação.

A nova geração é a geração que sabe um pouco de tudo é a geração de crianças que querem parecer adultos e é muito diferente das gerações passadas. Pra mim criança é criança e precisa viver cada coisa no tempo certo.

Mas será que essa nova receita da certo??? Eu prefiro não fazer da minha pequena uma cobaia, prefiro acreditar que a receita certa é respeitar seus limites e suas emoções. E você?

 

Ta claro que a mãe desorientada em questão é eu, mas o que quero contar aqui é que as tarefas escolares da Gabriella estão super “mudernas” é cada coisa que eu me sinto como se tivesse graduado no Mobral. Eu sou velha e o pouco que prestei atenção nas aulas eu já esqueci aí a menina chega da escola cheia de novidades e eu faço aquela cara de: “puta que pariu e agora?”

Confesso que já estou passando vergonha e vai chegar o dia que a Gabriella vai dizer: “Olha minha mãe não sabe me orientar com relação a esta atividade, da zero pra ela fessora”

Tudo bem que a escola oferece reforço e que eu poderia mandá-la para o reforço e e me livrar desse pepino de uma vez por todas mas é que mesmo com toda estresse eu gosto daquele momento de sentar e fazer a tarefa, as vezes ela chora, as vezes a gente sorri, as vezes ela quer desistir mas no final tudo da certo. (da-lhe petecao. Piada interna regional, legitima acreana do pé rachado)

Mas hoje foi demais para os meus dois neurônios, eles entraram em sofrimento fetal porque quem me conhece sabe que dirijo até bem tirando o fato de ontem ter dado uma ré e batido no poste eu dirijo bem e não ri to falando a verdade: que eu dirijo bem e que eu bati no poste. Mas o que eu quero dizer é que nome de rua não me pergunte, já até tive que me fazer de turista para um turista porque ele me perguntou onde ficava a rua não sei o que lá e eu fiz cara de paisagem e pra não ficar acreanamente feio eu falei: olha eu também não sou daqui, estamos no mesmo barco. E segui caminhando e cantando e seguindo a canção. Deu certo! Mas na tarefa escolar de ontem da Gabriella não deu certo viu! A tarefa era assim: “Converse com o seu professor (oi? Sou a mãe, senti que esse pepino já foi repassado) sobre as ruas como nome de pessoas e observe no seu trajeto da escola para casa, quantas ruas com nome de pessoas você passa e diga o que essas pessoa faziam” era algo mais ou menos assim aí obEEEVEEEEOOO que fiz aquela cara de “putaqueopareo2x” e chamei minha mãe, chamei MERRMO não vou mentir.

Ai aprendi que tem: Quintino Bocaiúva, Milton Matos, Bartolomeu Dias e outro cara lá. Ah! Gente não dava pra ter nome de fruta? Era tão mais fácil! Aí eu joguei no Google o nome desses caratudo aí e o que não apareceu no Google que foi Milton Matos não merece falar comigo nem com meu anjo porque se o cara não ta no Google ele não merece ter uma rua com o seu nome. [penso eu]

Mas to me sentindo desorientada, quem não se sente assim que atire a primeira pedra, fazer tarefa escolar antigamente era super “façiu” deve ser por isso que to precisando de uma vaga na sala da minha filha, pra mim claro porque se a coisa continuar “difiçiu” assim eu vou ter que voltar a estudar e olha nessas horas eu lembro de todas as vezes que minha mãe apontou o dedo na minha pokerface e disse: Essstuda menina!!!! Sai desse computador e vai estudar menina.

Mesmo desorientada fico até feliz porque sei que onde minha filha estuda ela vai poder ensinar os filhos dela a fazerem a tarefa sem desorientação.

 

Ass, aquela que assinou um atestado de burrice.

 

 

se tem erro de português da um desconto ta? porque é de madrugada e corrigir texto é para os fortes mas ja aviso alguns sao propositais para dar um certo charme e valor ao mobral que eu estudei.

 

Acreditando que: “Criatividade é o que se usa para construir pessoas”
A @prittbr e @samegui enviaram para nós um kit escolar da Pritt, com pritt bastão, colas brancas Pritt tenaz, um corretivo Pritt roller, Rolli-pop e um Pritt multi-task que eu não conhecia, o pritt multi-task é uma massinha pra fixar cartazes, fotos e posters. Achei o maximo porque não mancha a parede e fixa super bem!
Gabriella adora recortar e colar então esse kit é um prato cheio pra ela, que está empolgadissima e criando muito…

Olha ela fez até um marcador de livro pra mim!!! Vou te contar que a melhor forma de acabar com o tédio é brincando, recortando, colando e criando. Sem contar que um ato tão simples é capaz de unir e estreitar ainda mais o laços entre pais e filhos

Estimular a criatividade é a melhor forma de ensinar uma criança a crescer e eu abraço muito essa causa. Abrace essa causa clicando aqui.

 

Quase com os pés em 2011 e acabo de lembrar que não postei o que o Papai Noel trouxe pra Gabis.

Ele trouxe um Dsi Pink! Há um ano Gabis pede um Ds porque se apaixonou pelo que o pai dela tem e eles viviam em guarda compartilhada, o Ds do @adaildoneto passava a semana com ele e o final de semana com a Gabi.

Passei o ano meio que na pindaiba mas com a graninha extra tratei de comprar o Dsi sabe como é que é né? Papagaio come e periquito leva a fama. Ralei o tchan pra juntar dinheiro aí o Papai Noel (velho chato viu) trás pra ela e pronto ele sempre se torna o cara mais legal desse mundo.

O Ds é da familia Nintendo. (sim eu sou uma nintendista. desculpaeu?)

Mas ele é um jogo portátil e fofo, com design  lindo, super interativo e estimulador de criatividade e concentração. Se não bastasse isso tudo Dsi  vem com uma câmera aliás duas, interna e externa, então além de jogar, ouvir mp3, acessar internet (por wi-fi) também da pra tirar fotos. (sim. um dia ainda vou comprar um DSi só pra mim há) Ah! Você mãe que nem eu que tem que andar com criança a tira colo para todo lugar o Dsi é um ótimo sossega menino naquelas salas de espera e nas filas.   A nintendo tem uma característica que eu amo, ela consegue agradar pessoas de todas as idades.  No Dsi tem jogo de fazer comidinha (cookie mama), tem jogo de Q.I, Mario, nintendogs  uma infinidade de jogos que se bem utilizados só vem somar no desenvolvimento da criança. Mas tudo deve ser usado com moderação.
Tanto que para Gabriella usar o Wii e o Ds existem regras e as principais são: Bom comportamento e boas notas.  E não ela não fica horas e horas bitolada no game, as horas são fracionadas e ela fraciona direitinho.

Já deu pra perceber que aqui amamos eletrônicos né? mas não vivemos apenas disto.

O @adaildoneto deu pra Gabi de Natal olivro[bb]: Pequeno Príncipe. Ela está lendo, as vezes lemos juntas e as vezes ela lê sozinha. Sempre disse que esse é um livro que todo ser humano deveria ler antes de completar 15 anos e te-lo na cabeceira da cama para ler várias vezes ao longo da vida e Gabriella está adorando! Gabi ganhou muitos presentes e está muito feliz.

Eu mãe e não mãe papai noel, dei roupas e uma sandália pra ela. Coisas de meninas sabe, aquela coisa de ir até a loja ficar escolhendo… amo amo ser mãe de menina apesar de ser mais caro ser mãe de menina do que de menino háhá.

Por exemplo o Dsi de outra cor custa de R$ 100,00 a 200,00 mais barato do que um Pink.

 

Apesar de achar o Natal uma chatice eu me rendi ao capitalismo para não frustar a Gabriella. (mas um dia ainda vou ter um Natal sem presentes, só com boas ações)  Ano passado ela ganhou o wii e sempre ela demonstra preferências por eletrônicos, ela adora barbies, maquiagens, papelarias e pelucias mas o coração dela palpita mesmo é por eletrônicos.

O Wii foi um dos melhores presentes que ela já ganhou até hoje. E é tudo culpa do @alexandreviana que emprestou o Wii  pro @adaildoneto e foi amor a primeira vista. O Wii[bb] é um video game pra familia, completo, interativo  e proporciona diversão.  Sem contar que é um tipo de video game que pra jogar você precisa se movimentar então dê adeus a era do sedentarismo.

Sei que agora tem o xbox – kinect mas nada se compara ao Nintendo Wii.

Se você quer dar um video game pro seu filho independente da idade dele, dê o wii tenho certeza que não irá se arrepender. o Wii[bb] é um video – game para todas as idades.

O Wii é um video – game  tão completo que vem sido utilizado no  tratamento de crianças com paralisa cerebral e síndrome de Down

Veja só a matéria que saiu na revista @crescer

Videogame Wii é usado na reabilitação de crianças e adolescentes

Dirigir, jogar tênis, brincar de arco e flecha, lutar boxe. Tudo isso é feito durante uma sessão de fisioterapia, na sala de casa, sem derrubar ou quebrar nenhum objeto. Como é possível? Com a Wiireabilitação, uma terapia inovadora que utiliza o console de videogame Wii da Nintendo. O videogame, que costuma ser tão criticado por educadores, nesse caso é utilizado para incentivar a atividade cerebral e trabalhar a coordenação motora, o equilíbrio, o alongamento, a concentração e o condicionamento cardiorrespiratório no tratamento de crianças com síndrome de Down, paralisia cerebral, distrofia muscular, asma, obesidade e fraturas ortopédicas.

A técnica foi apresentada pela fisioterapeuta Fabiana Wachholz, professora da Universidade de Santa Cruz do Sul. no Rio Grande do Sul, durante o Criança 2010 – III Congresso de Especialidades Pediátricas.

A ideia de utilizar esse tipo de reabilitação surgiu após uma visita aos Estados Unidos. “Estava em busca de uma forma de inovar as sessões e encontrei no videogame uma saída divertida e eficaz. O ritmo maçante da fisioterapia normal, muitas vezes, faz com que a criança não queira mais frequentar a terapia. Com o Wii, elas fazem os exercícios básicos animadas”, conta Fabiana. O grande diferencial desse brinquedo é a sua capacidade de detectar o movimento em três dimensões, por meio de um controle com sensor. Assim, o movimento que a pessoa faz é o mesmo que aparece na tela.

Benefícios
Enquanto joga, a criança estimula a memória, a coordenação cognitiva e o desenvolvimento motor. E logo os benefícios aparecem. “Já temos muitos exemplos positivos. As crianças ganham auto-estima e têm mais facilidade para se socializar na escola. A atenção que o jogo exige garante um melhor rendimento na escola. A brincadeira pode ser um ótimo incentivo para a criança começar a se exercitar e perder peso e por aí vai…”, diz a fisioterapeuta.

A especialista ressalta, no entanto, que é preciso tomar precauções para evitar acidentes. “Deixar a criança a uma distância apropriada da tela, longe de degraus ou escadas e conferir se a alça do controle está bem presa ao braço, porque com a empolgação ela pode largar o controle”, afirma.

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Quando eu e o @adaildoneto começamos a pensar em um vídeo  game pra Gabriella eu sempre ficava com o pé atrás, mas depois que conheci o wii vi que ele é realmente inofensivo e que sabendo usar ele só vem a somar no desenvolvimento da criança e na integração familiar. O Wii da Gabriella completou 1 ano e ela tem ciúmes dele como se ele fosse um brinquedo novinho e como a nintendo está sempre lançando bons jogos não da pra enjoar do wii mesmo!!!

 

Até quando acreditar?

Natal não é meu forte. Digo pela data comercial, a falsidade de algumas pessoas que só me amam no periodo Natalino porque pra MIM Natal é muito mais do que isso, mas levo toda alegria de viver o Natal por causa da minha filha de 6 anos. Ela ainda acredita no Papai Noel e sabe eu pensei que nos 45 minutos do segundo tempo desse ano ela fosse passar a não acreditar. Mas como ela ainda acredita no Papai Noel eu prometo que meu lado mãe irá viver o Natal mas o outro vai matar o lado mãe logo depois da ceia.

Natal me cansa, me obriga sabe! É que ela ve todo mundo com a casa enfeitada e aqui em casa not. Aí só vou quando ela cobra. (to indo semana que vem comprar papai noel, sei lá algum enfeite)

No Natal eu gosto de ficar em casa, não gosto de ir pra casa de ninguém.  Também não gosto de amigo oculto mas devo confessar que o ultimo que participei foi o de encerramento da pós – graduação e eu gostei mas só gostei daquele e pronto.

Aí se não bastassem todas as coisas chatas do Natal a Gabriella acredita no Papai Noel né aí eu tenho que entrar no clima por amor a patria, mas fico me perguntando:  até quando é saudavel  acreditar no Papai Noel?

É uma fase linda de amor e magia, onde algumas crianças conseguem transformar um desejo em realidade. (eu digo algumas porque não consigo esquecer daquelas crianças não conseguem nem um prato de comida na noite de natal) E sabe… transformar um desejo em realidade deixa marcado para sempre e nós pais temos um papel muito importante nessa fase de magia e realidade.  Eu entendo sim que todos os pais devem incentivar  essa fantasia e que devem estar prontos para explicarem a mesma quando a criança descobrir que Papail Noel não existe.

Eu descobri que o Papai Noel não existia quando o leso do meu pai fez o maior barulho do mundo pra colocar minha caloi atrás da porta, mas eu nem contei pra ele eu fingi que tinha sido o Papai Noel mesmo How How How…. É que sabe como é né? Me ter como filha não é “fassio”

A fantasia tem um papel muito importante no desenvolvimento da criança. “As transformações da criança dependem muito do seu  desenvolvimento dentro da família. Os pais são o seu suporte. Isso vale para a vida toda.”

Eu sei que tem gente doida que não gosta de Papai Noel porque diz que é demoniaco, outras que só relacionam o velhinho com o data comercial. Mas vem cá, eu tento fazer do velhinho chato e barrigudo um cara legal, doce e pra desenvolver a imaginação da Gabis que as vezes fica pensando: “onde o papai noel mora?, como ele faz todos os presentes?, como ele consegue entregar todos os presentes?” É tão lindo ver os olhinhos dela brilhando quando ela fala no Papai Noel.

Mas sempre digo que Natal não é só Papai Noel, presentes, não são só os enfeites e que o Natal é JESUS, o nascimento de Jesus Cristo. (aí sim nesse sentido eu tenho toda alegria do ser humano)

Uma dia desses ela se achando a sabichona disse: “mãe eu já sei de uma coisa! O Papai Noel não consegue fazer todos aqueles presentes”

Aí eu pensei toda animada: Opa é agora. Ela vai dizer: Ele non ecziste.

Que nada…

Ela disse: “ele encomenda nas fabricas e pega nas lojas tipo o mundo dos plasticos e casa de brinquedo”

Ai que desanimo g-zuis!!  Mas eu sorri e disse:  Isso mesmo Gabi, são muitas crianças né? E ele é super pratico é moderno.

-mãe, o papai noel tem email?

Aqui em casa até o cachorro tem email. Ok? Praticidade é meu lema! Ahaahah mas ela prefere cartas.  Aí ano passado ela descobriu que eu não dei sumiço na carta dela ops que eu não enviei a carta dela. Aí eu disse: Ah! Não precisa enviar, basta escrever. O Papai Noel sente direto do seu coração.

Ah! Para!!!!

Não complica!! Não é “fassio” acordar 5 da manhã, depois de uma ceia que foi até as 3 da manhã pra colocar o presente ao lado da cama. Só pra ela pensar que o véi barrigudo passou por aqui.

Mas eu faço e você?

ps. os posts a baixo relacionados ao Natal são de 1 e 2 anos atrás mas na transferencia de arquivos eles estão sem data.

 

Ontem eu e  Gabis estavamos em casa dominadas pelo tédio e como não aguentávamos ficar uma olhando pro focinho da outra decidimos ir ao cinema.

Estava em cartaz o filme:  Nanny McPhee e as Lições Mágicas.

Nunca tinhamos escutado falar do filme mas sabe como é o Cine João Paulo né? não tem tu vai tu mesmo. (pausa – moro em uma cidade que só tem um cinema, somos mal atendidos, mal acomodados, pagamos uma foturna, nem sempre a qualidade de audio e vídeo são boas mas por não ter opção somos obrigados a aguentar esse abuso)

O Filme conta a historia de uma mãe que luta corajosamente para criar seus filhos sozinha em uma fazenda enquanto seu marido está na guerra e tudo fica ainda mais difícil com a chegada de dois sobrinhos mimados e para salva-la só mesmo a babá Nanny McPhee, que irá ajudar na educação das criança e nas tarefas do lar com suas magias.  E apesar da aparência da estranha babá a cada lição aprendida uma surpresa surgirá.

O filme é muito bonito e educativo,  ele ensina 5 lições bem importantes aliás 6:

– Não julgar as pessoas pela aparência.
– Parar de brigar
– Saber compartilhar
– Trabalhar em equipe
– Ser corajoso
– Ter fé

 


Só digo uma coisa: Quero uma Nanny McPhee pra mim!!!

 

“Quando pequena ela ia para a casa da avó enquanto seus pais trabalhavam não era o que ela mais gostava mas era a opção que seus pais tinham para lhe da mais conforto.

Enquanto sua avó cozinhava ou costurava ela ficava assistindo televisão ansiosa esperando por seus pais, volta e meia um homem moreno de estatura media que trabalhava na pavimentação da rua onde sua avó morava  a chamava pedindo agua e ela sempre muito resguardada e seguindo orientação da mãe nunca dava confiança para estranhos e sempre dava agua para o homem através da janela da sala.  Com o passar do tempo o homem tentava conquistar a confiança mas como uma criança desconfiada por natureza essa confiança jamais fora conquistada.

Nos poucos momentos em que o homem tinha proximo dela, ele passava a mão por cima da roupa da escola nas suas partes intimas. A criança se afastava do homem a cada vez que ele pedia água, se negava em passar as tardes na casa da avó e nunca teve coragem de contar aos seus pais o que lhe acontecia. E aquele  estranho segredo ficou guardado por muitos anos.”

Imagine quantas crianças passam por isso ou até mesmo coisa pior e sofrem caladas por toda sua infância.

Aos pais eu peço que fiquem atentos ao comportamento dos filhos.  Ter um relacionamento aberto com os filhos é essencial. Sempre que forem buscar os filhos na creche, escola ou na casa de algum parente pergunte a eles como foi o seu dia, o que ele fez durante sua ausência e etc…Seja o melhor amigo do seu filho.

Pedofilia: como proteger o seu filho

Com tantos casos noticiados todos os dias, você deve estar apreensivo. Confira algumas dicas que a CRESCER preparou para ajudá-lo a lidar com esse perigo

Simone Tinti

Depois de tantas notícias diárias sobre casos de pedofilia, você deve ter ficado preocupado. Será que pode acontecer com meu filho? Afinal, há alguma maneira de identificar e combater o abuso?

É possível, sim, tomar alguns cuidados. “Não há um perfil do agressor, que pode ser alguém da própria família, e nem do agredido, que pode ser de várias idades e de diferentes classes sociais”, diz Daniela Pedroso, psicóloga do Hospital Pérola Byington. Ela trabalha há cerca de 10 anos em um centro especializado de ajuda a mulheres e crianças até 14 anos que sofreram violências sexuais e conta que, por dia, chegam cerca de 15 novos casos ao hospital. “A principal atitude que as mães devem ter é conversar muito com a criança e, assim, criar uma relação de confiança com ela”, afirma.

Veja algumas orientações que a Crescer preparou, com orientação de Daniela Pedroso, psicóloga do Hospital Pérola Byington:

–>Explique que o corpo da criança é só dela e que ninguém tem o direito de mexer nele. Deixe claro que, se qualquer algum adulto tentar fazer algo estranho com ela, você precisa saber;

–>O agressor, na maioria dos casos, pode ser um conhecido. Se o seu filho reclamar que não gosta de alguém com quem vocês convivam, tente entender o motivo. “Muitas vezes, pode não ser uma fantasia”, diz Daniela;

–>Mesmo assim, mantenha a orientação de que seu filho não deve falar com estranhos;

–>Uma das maneiras de aproximação dos agressores é a internet. Por isso, se o seu filho tem um perfil no Orkut, não deixe os dados liberados para quem não é amigo e não coloque muitas fotos;

–>Diga para a criança não frequentar salas de bate-papo. Se precisar, use filtros de segurança no computador;

–>Fique sempre por perto quando seu filho estiver navegando e saiba quais são os sites que ele visita;

–>Deixe o computador sempre em um lugar comum (e não em quartos);

–>Fique atento ao comportamento de seu filho. Mudanças bruscas, apesar de não comprovarem que algo de errado está acontecendo, podem representar fortes indícios. Voltar a fazer xixi na cama, ter brincadeiras violentas com bonecas e medo de ficar sozinho com adultos, apresentar comportamento mais “sexualizado” e problemas na escola são alguns destes sinais.

***Não deixe de participar da promoção da Anna Joana – Plus Size: http://www.brindoavida.com.br/blog/2010/10/15/primavera-%E2%80%93-anna-joana-promocao-plus-size-2010/

 

Eu sempre sonhei em ter muitos filhos, pelo menos quatro filhos um coladinho do outro pra casa ser um eterno jardim de infância. Para as gargalhadas ficarem tatuadas na alma. Mas aí eu tive a minha Gabriella, a minha primeira e única herdeira (de todas as minhas dividas) e o tempo passa muito rápido. Porque até data definida eu tinha, filhos muitos filhos antes dos 30 depois não quero mais. Estou quase nos 30 e pra mim já é tarde para encher a casa. Então adotei a filosofia do filho único e a  parte chata é que a nossa cultura impõe filhos muitos filhos e quando se tem filho único ele fica ali no cantinho, abandonado esquecido por essa mesma sociedade que cobra até da criança que ela precisa ter irmãos.  Ainda bem que essa cultura vem mudando e hoje ser filho único pode ser saudavel. É o que aponta a revista Isto é e as relações que observo.

Hoje em dia ter apenas um filho virou uma maneira de criar melhor, veja só HOJE não tenho condições de dar para  mais mais 3 crianças as mesmas coisas que posso dar para Gabriella (filha única). Eu quero proporcionar a Gabriella uma boa escola, bons cursos, boa faculdade é como a  @NannySantana disse no twitter: “Melhor um bem criado do que 3 necessitados. Não é?”

Quem realmente pode ter 6 filhos que tenha, uma familia grande é uma familia linda mas eu não posso  então é preciso respeitar e acabar com o estereótipo de que filho único é filho problemático.  Ter filho único não é fácil como parece não, é preciso dosar diariamente os limites para que a criança não fique a vontade e vire um reizinho insuportável;

É preciso dosar a superproteção, porque se temos apenas um filho coisas surreais passam pela nossa cabeça (não precisa ser mãe de um só pra saber o que se passa na cabeça, basta ser mãe) só que com filho único a vontade de proteger é potencializada. Então é preciso tomar cuidado para que o excesso de cuidados não prive a criança de viver de forma saudavel.

Como ter apenas um filho facilita na hora das compras é preciso saber que não se pode encher uma criança de presentes, que não se pode dar tudo de mão beijada. Por ser filha única a minha filha recebe muito mais incentivo emocional e financeiro do que ela receberia se tivesse mais irmãos.  Então eu preciso fazer com que ela conquiste as coisas e não simplesmente receba de mão beijada.

Existem outras formas da criança ter uma vida social e aprender a compartilhar sem ter irmãos. Existem os amigos, os primos e os vizinhos…

Amo minha irmã loucamente mas passamos nossa infância mais brigando do que compartilhando e ou aprendendo algo juntas.  Temos uma diferença de idade de 7 anos e acredito que essa diferença foi um ponto negativo porque enquanto ela estava numa fase eu estava em outra. Ela não queria participar da minha fase e eu queria fazer parte da fase dela loucamente e isso era um grande motivo para brigarmos. Então os filhos que eu sonhava ter eu sonhava em te-los com idade bem próximas. (A Lubrasil pra mim é um dos exemplos de mãe de três  que gostaria de ser, ela consegue ser mãe igualmente para os três. Não deve ser fácil mas ela da conta do recado, talvez a idade próxima entre as crias facilite de alguma forma.)

Vejo também que em algumas familias numerosas alguns filhos são criados como filho unico pela grande diferença de idade entre eles. Então pra mim  valeria a pena ter um encostadinho do outro.

A Isto é mostra também que filhos unicos tem mais chances de serem bem sucedidos por causa a intensidade do investimento emocional e financeiro. Criar um filho é bem caro, na mesma revista diz que criar um filho da gravidez aos 23 anos custa mais de 400 mil reais.  O fato é que as familias tem diminuído e hoje ser filho único não é mais coisa de outro mundo. É possível criar apenas um filho e ele não ser um “reizinho” insuportavel e um adulto extremamente egoísta afinal ninguém é egoísta, egocêntrico e mimado por ser filho unico e sim por não ter recebido a educação adequada. Moldar um ser humano não tem ligação com a quantidade de irmãos que ele tem e sim pela educação que ele recebe e o meio em que ele vive.

(post inspirado na revista Isto é – o Reinado do filho único)

 

“Projeto de lei que proíbe o castigo físico foi apresentado nesta quarta (14) ao Congresso pelo presidente Lula. Em discurso, ele defendeu o diálogo em vez da palmada na criação dos filhos.”

Raramente dou uma palmada na minha filha de 5 anos mas se eu achar necessario eu dou, eu sei que não é pra dar e eu detesto ter que dar uma palmadinha se quer. Sou adepta ao dialogo, a explicar um milhão de vezes  porque não pode fazer isto ou aquilo mas essas criaturas miudas são capazes de fazer qualquer ser humano, amado, centrado sair do sério.  Bater não é a melhor forma de educar mas vem cá proibir a palmadinha “amiga” é realmente necessario?

Ontem no carro eu disse: “Gabi se você continuar a me desobedecer eu vou ti dar uma palmada”

Logo ela disse: “Mamãe é proibido dar palmada. Ó a lei”  posso com isso? É engraçado mas é tragico também.

Sou a favor da punição para os pais loucos que espancam seus filhos, que dão castigos fisicos, ridiculos e humilhantes.

O castigo aqui em casa funciona de uma maneira bem pratica, eu chamo atenção peço para não fazer, explico porque não pode fazer. Fez novamente? Vá pensar ali sentada, pense no que fez. Ok?

Se for algo muito mas muito sério é retirado video – game, computador, CD preferido…  enfim algo que ela sinta e faça por onde recuperar. É preciso repreender nossos filhos e dar limites a eles.  Se pararmos para pensar palmada não educa mesmo.

Então eu termino esse post dizendo que é errado sim dar palmada, porque se alguém me der um tapa eu vou me sentir agredida imagina uma criança ne? Mas se toda mãe desse uma palmada no seu filho igual as que já dei na gabis, elas iriam virar motivo de chaquota porque a palmada que dou dói mas em mim do que nela.  A força que faço é só mental porque fisica é zero.

Como agir em situações em que as crianças tiram os pais do sério ou ultrapassam limites, como birras e escândalos em lugares públicos?
A questão é colocar os limites claramente para as crianças antes, conhecer bem os seus filhos. Tapas não são capazes de corrigir as falhas na educação. O diálogo, a explicação de que aquilo não é certo, com carinho, é mais eficiente. Pois, dessa forma, a criança compreende melhor. O tapa só vai estancar uma ação que provavelmente irá se repetir. (revista crescer)

Nesse caso, a palmada pode se transformar em algo aceitável, ou seja, um valor da família?
Sim. Antigamente, a palmada era usada como instrumento de educação de forma habitual. Dessa forma, o adulto pode entender que só é possível educar dessa forma, transmitindo os valores de violência e agressão para futuras gerações. (revista crescer)

Nós somos da geração que levar palmada era parte da educação. Que tal ensinar aos nossos filhos que tudo pode ser resolvido através do dialogo, que é preciso impor limites?  Vamos tentar transformar a proxima geração em uma geração sem agressividade?

ps. existem outros arquivos no meu blog sobre o mesmo tempo mas como trouxe os arquivos do meu outro blog eles nao estão com a data correta. são de mais ou menos 2 anos atrás mas todos estão datados no ano de 2010

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